|
|
"Deja de Buqueirão"
Por Neto Xanha
em 06/02/2012
- Muitas fotos;
- Muitos banquetes com o dinheiro público;
- Muitos fogos e girândolas;
- Muita ficção;
- Muita falácia;
- Muita tapeação;
- Muito engodo;
- Muito leriado;
- Muita bravata;
- Muita malandragem;
- Muito “gato por lebre”;
- Muita enganação;
- Muita propaganda enganosa;
- Muito nepotismo;
- Muito sensacionalismo barato;
- Muita demagogia;
- Muita sujeira;
- Muita traquinagem;
- Muita “enrolaichom-chom”;
- Muitas tentativas de censura;
- Muitas tentativas de encobrir escândalos;
- Muitas viagens improdutivas;
- Muitas figuras carimbadas usufruindo;
- Muitas “Cocheiras” numa mesma família;
- Muitos babões e puxa-sacos;
- Muitas denúncias de corrupção e desvio de funções;
- Muitos Fariseus e Filisteus;
- Muitos morcegos chupando o sangue do povo carente;
- Muita insatisfação interna;
- Muita negligência;
- Muita incompetência;
- Muita desordem;
- Muita marmelada;
- Muita mutreta;
- Muita mancada administrativa;
- Muita maracutaia;
- Muita inoperância;
- Muita prevaricação;
- Muita pirangagem;
- Muita catinga de esgoto e fedentina moral;
- Muita “embromeichom”;
- Muitas confusões;
- Muitas criticas;
- Muitas denúncias sem esclarecimento;
- Muitas irregularidades;
- Muito desgaste;
- Muito peculato;
- Muito tempo perdido;
- Muito atraso administrativo;
- Muito empreguismo desenfreado;
- Muito desrespeito ao povo;
- Muito lixo debaixo do tapete;
- Muito lixo nas ruas e nas práticas;
- Muita revolta do povo;
- Muitos acordos escusos;
- Muitos pesadelos com a derrota que se avizinha;
- Muitos “Ricardos” dando os “Pulos do gato”;
- Muitos parentes de profissionais da imprensa e proprietários de sites comendo da muda.
- Muitos rosários: o da mentira, o da promessa e o rosário de coco do finado Zé Amaro;
- Muitos guabirus nos porões da PMI;
- Muitos milhões divulgados, obras paralisadas e promessas não realizadas;
- Muitos coliformes fecais e elementos anais espalhados pelos tentáculos da gestão;
- Muito medo de disputar novamente;
- Muita mulher mandando;
- Muito jogo de baralho (buraco) pelas noites e madrugadas;
- Muita pescaria nos açudes de Igaracy e Piancó;
- Muito pirão de tilápia e curimatã aperetivadas e aguardentadas;
- Muito repúdio popular;
- Muito corporativismo e acobertamento de denúncias;
- Muito tempo desocupado para pescar e vadiar;
- Muitas promessas;
- Pouca produtividade;
- Poucas ações;
- Poucas familias comendo igual à formiga de roça;
- Pouco comando da edilidade;
- Pouco tempo restante;
- Pouco reconhecimento do povo;
- Poucos resultados;
- Nenhuma valorização do funcionalismo;
- Nenhum medicamento nos postos de saúde;
- Nenhum médico nos PSF’s, nem remédios de graça nas farmácias do município;
- Sem perspectivas de vitória;
- Sem nenhum rumo;
- Sem nenhuma perspectiva de resolver o problema do matadouro;
- Sem nenhuma confiança da população livre e independente;
- Porcos doentes e cachorros com calaza trafegando pelas ruas;
- Até peixe morrendo afogado ta aparecendo agora;
- Falta água, esgotos estourados, falta tudo;
- Falta higienização e fiscalização da carne, é carne podre pra lascar;
- Até salários atrasados apareceu agora. Só faltava mais essa.
- Seus dias estão contados.
- O povo está com nojo; “Ih, nojento” – (Tião Macalé).
- "Muita Marola, Pouco trabalho".
ITAPORANGA não merece, não precisa e nem quer mais isso.
PARABÉNS ITAPORANGA e o Vereador HERCULANO TAMBÉM.
Por ENOQUE ABILIO
em 06/02/2012
Sindicatos decidem extinguir a Fepospetro
Por Suênia
em 04/02/2012
Por decisão de 14 dos 16 Sindicatos de Frentistas do Estado de São Paulo filiados à Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), a Federação dos Frentistas do Estado de São Paulo (Fepospetro) será extinta tão logo termine a campanha salarial de 2012 da categoria. Com a medida, todos os sindicatos paulistas como já ocorrem com as demais entidades dos outros estados brasileiros, se organizarão em torno da Fenepospetro, relata seu presidente, Antônio Porcino Sobrinho. Manter a unidade e fortalecer os sindicatos.
O objetivo é manter a unidade sindical e fortalecer as organizações dos trabalhadores na luta pelas reivindicações específicas e gerais da categoria. Nossa batalha busca conquistar melhores salários, empregos decentes e redução da jornada de trabalho, sem o corte nos salários.
Já a pauta nacional inclui um movimento de pressão sobre o Congresso Nacional para aprovar o Estatuto dos Frentistas, que entre outras questões tem o objetivo e unificar no país o piso e a data-base da categoria. Os frentistas querem também um desenvolvimento nacional com valorização do trabalho e distribuição de renda.
A iniciativa da direção dos 14 sindicatos acaba com eventuais pretensões divisionistas. Os diretores entendem que a existência de duas entidades, praticamente no mesmo nível da estrutura sindical vigente, fragmenta a organização nacional dos empregados em postos de combustíveis, acirra a divisão e estimula as ações individuais.
03-02-2012
Palavras do Presidente do Sindicato de Campinas Sr. Chico
A Fenepospetro hoje é a legítima representante dos empregados em postos de combustíveis, tem 56 entidades sindicais filiadas e negocia acordos e convenções coletivas em nome dos 512 mil trabalhadores brasileiros. A liderança na nossa entidade está a cargo de um grande paraibano de Itaporanga, Antônio Porcino Sobrinho.
Ele comanda as lutas da categoria em estreita colaboração com importantes aliados e dirigentes frentistas, entre os quais Francisco Soares de Souza, o Chico, tesoureiro da Fenepospetro, e secretário do Trabalho e Renda da Prefeitura de Campinas.
Com este grupo de aliados, Porcino fundou o primeiro sindicato de frentistas do país, a entidade de São Paulo, usando o seu salário para alugar um imóvel na rua Vergueiro, capital de São Paulo, para ser a sede da entidade. Além deste sindicato, o dirigente organizou e fundou outros 50 sindicatos pelo Brasil.
Reconhecimento no Supremo
Em paralelo, o presidente e os outros dirigentes fundaram a Fenepospetro, em 1992, obtendo o reconhecimento definitivo do Supremo Tribunal Federal (STF) como a única e legítima representante dos empregados em postos de combustíveis do país.
A criação da Fenepospetro fortaleceu a unidade da categoria, aumentou a combatividade e melhorou a organização dos frentistas. As campanhas salariais se tornaram mais combativas e as conquistas vieram: convenção coletiva, piso salarial, aumentos reais de salário, cesta básica, convênio médico e seguro de vida, entre outros benefícios.
A nossa história de lutas mostra que a unidade fortaleceu a categoria que passou a ter uma vida mais digna e muito mais justa!
Reforma Política II
Por Reynollds Auguisto
em 04/02/2012
( Reynollds Augusto)
A palavra de ordem para qualquer ser humano, instituição, setores do Estado é reforma. A reforma embeleza resignifica, ajusta e tem o objetivo de melhorar sempre. A reforma política sempre estará em pauta, pois é visível que o nosso sistema político se encontra defasado e como está não pode continuar. Sem falar que nada é perfeito. A única força perfeita no universo é a Divina, que fez tudo certo. Os erros e enganos são fórmulas do homem atrasado, dotado de livre arbítrio.
O povo clama, pede e vai às ruas para lutar contra a corrupção e irresponsabilidades dos nossos agentes políticos que, apesar de chegarem ao poder legitimamente, tem envergonhado o cidadão; que sofre com a falta de interesse com as coisas que é do povo, com a coisa pública. Não adianta responsabilizar somente o sistema, apesar de ele contribuir para toda essa sorte de abusos; a falta de consciência política dos candidatos e despolitização do eleitor contribui mais ainda para esse estado de “febril”. Mas é preciso que o Estado seja mais eficaz, punindo severamente quem se utiliza da administração pública para se locupletar e distorcer as suas finalidades.
Surgem sempre leis infraconstitucionais que tentam coibir os aventureiros da política, mas é preciso mudar toda a estrutura na base, para que não vivamos apenas de tipos legislativos de momento, para dar a sensação de que se está preocupado. É preciso ter força e coragem para ajustar os caminhos e uma Reforma Política estruturante é imprescindível para que possamos ver dias melhores. Falta vontade política e mais pressão social. Quando o povo quer , os agentes procuram atender, sob pressão.
Mas estamos a caminho e a fumaça está aparecendo. As nossas escolhas nunca serão perfeitas e o Estado precisa dispor de meios mais efetivos para fazer ver ao candidato que não adianta ele entrar na política para se dar bem. É preciso mostrar que o desvio , seja de qualquer espécie, ocasionará graves danos para a sua vida pessoal, efetivamente; economicamente.
Estamos na infância da democracia, mas sempre caminhando. O povo não suporta mais tantos desmandos, em qualquer dos poderes. O povo está vigilante.
Em minha opinião o voto distrital não é a solução- até que se surja fórmula melhor – mas aproxima o povo do poder, que é dele.
Clientelismo sempre vai existir e há, com certeza, candidatos com perfil ideológicos, mas que não se expõe por conta do sistema excludente
Não é bom ter receio das boas reformas é preciso ter medo das velhas formulas que não dão mais certo e que não refletem o valor da real democracia.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA.
Reforma política
Por carlos alberto ferreira
em 04/02/2012
Políticos são pródigos em responsabilizar o sistema por suas próprias mazelas. Uma das primeiras reações de Lula ao escândalo do mensalão foi propor uma reforma política.
Sem prejuízo de pequenas alterações aqui e ali, sou bastante cético em relação a uma remodelação mais estrutural. E a razão é simples: mudanças no modo de escolher parlamentares tendem a produzir resultados sempre ambíguos, com ganhos numa esfera, mas perdas em outra.
Tomemos o caso do voto distrital. Ele de fato tende a aproximar mais representantes de representados. Isso facilitaria a cobrança por parte do eleitor, o que é bom. Ao adotar esse sistema, porém, desencadearíamos efeitos colaterais. Seria mais difícil, por exemplo, eleger parlamentares com perfil ideológico bem definido ou que representam temas específicos, como saúde, educação etc. A medida favoreceria ainda candidaturas mais clientelistas, focadas em resolver problemas do distrito.
As variáveis produzidas por uma reforma política ampla são tantas e tão incertas que o melhor talvez seja dar mais tempo para que as engrenagens do atual sistema se ajustem melhor. A redemocratização no Brasil ainda não completou 30 anos e votar envolve um longo processo de aprendizado, não só do eleitor como também das instituições republicanas.
De minha parte, tenho convicção apenas de que é necessário acabar com o voto obrigatório e pôr um fim ao teto de representantes por Estado na Câmara, que faz com que o voto de estados maiores valha muito menos que o de cidadãos de Estados pequenos.
Meu receio é que o redesenho das instituições políticas a partir do zero apenas nos leve a trocar dificuldades velhas por novas. Isso pode até ser uma solução, mas, na maioria das vezes, não passa de embuste.
Licitação da Escola Municipal
Por Cicero
em 03/02/2012
A licitação com altivez
A Escola Municipal
Será Triunfal
E o IFPB implantado
Para a glória do ex-deputado
O Prefeito Nota Dez
Que será reeleito cm altivez
Para decepção os contrários
Que não terão o erário
Como fonte de usufruto
E viva o matuto
Que vai ser educado
Conforme o orecado
o nosso Governador
E vamos eleger Vereador
O nosso Ubiramar
02/02/2012 - SINJEP PARABENIZA ESTA GRANDE VITÓRIA DA MINISTRA ELIANA CALMON: STF mantém competência
Por Sinjep
em 03/02/2012
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de decidir, por 6 votos a 5, manter a competência concorrente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar magistrados, prevista no artigo 12 da Resolução 135/2011, do CNJ.
O dispositivo, que havia sido suspenso na decisão liminar do relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4638, ministro Marco Aurélio, diz que "para os processos administrativos disciplinares e para a aplicação de quaisquer penalidades previstas em lei, é competente o Tribunal a que pertença ou esteja subordinado o magistrado, sem prejuízo da atuação do Conselho Nacional de Justiça".
A decisão de manter a vigência desse artigo foi tomada pelo STF na noite desta quinta-feira (2), no julgamento em que a Corte analisa a liminar concedida parcialmente na ADI 4638 pelo ministro Marco Aurélio, no dia 19 de dezembro do ano passado. A ação foi ajuizada na Corte pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), para contestar diversos dispositivos da resolução.
Votaram contra a decisão cautelar do relator as ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia e os ministros Dias Toffoli, Joaquim Barbosa, Ayres Britto e Gilmar Mendes. O ministro Marco Aurélio foi acompanhado pelos ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Cezar Peluso.
O Presidente do SINJEP Sr. João Ramalho ao comentar a matéria declarou: O STF resgata com esta decisão, a esperança de um Judiciário mais democratico, transparente e justo para toda a sociedade brasileira. VIVA O CNJ!!!, VIVA A MINISTRA ELIANA CALMON!!!!!
O DIABO DO CARNAVAL
Por Um belo poema do Merlânio Maia
em 03/02/2012
Merlânio Maia
Ninguém se engane ou se iluda
Que em tempo de carnaval
O "capirôto" se solta
E a debandada é geral
A cachaça dá o tom
E a droga aumenta o som
O povo perde o pudor
Ninguém tem pena de nada
E a multidão desvairada
Bota o diabo no andor
Na onda do "pula-pula"
Com a "zuada" "truano"
Quem tá vestido se despe
Fulano agarra sicrano
Pois seja homem, ou mulher
Venha de onde vier
Que o sexo louco se faz
Mulher com mulher se agarra
Homem com homem na farra
Santo vira satanás
Tem cabra que o ano inteiro
Sonha com o carnaval
E quando chega esse dia
Sai da sua vida normal
Muda o jeito empiriquita
Bota um vestido de chita
Pinta a boca de baton
Sai rebolando e beijando
Os outros homens cantando:
- Isso é que é carnaval bom!
A história se repete
Que a quebradeira é geral
Tem gente que cai na dança
Pensando em fazer o mal
Roubo, furto e violência
Nessa data é ocorrência
Que nem polícia dá conta
É o "ninguém é de ninguém!"
Só chamego e xenhenhem!
E ali a doideira apronta
A bebida é consumida
Como soro em hospital
Se pudesse era na veia
E a droga encontra um canal
O batuque é louvação
Desse reinado do cão
Onde o doido mete os peito
No passo desengonçado
O certo é quem tá errado
E o torto é quem tá direito
É "caboquim" mascarado
E embriagado na rua
É caboquinha aos pinote
Bebendo e ficando nua
E o diabo até dança frevo
Apalpa todo relevo
No calor do "vuco-vuco"
E é nesse esfrega-esfrega
Que toda moral se entrega
Num "ribuliço" maluco
Ninguém pensa no amanhã
Que é hoje que a coisa vai
Tem pai que fica tam-tam
Filho que na droga cai
Na cinza da quarta-feira
A ressaca é a companheira
De um remorso infernal
É imenso o prejuízo
Desses que perdem o juízo
Com o diabo do Carnaval!
Dois ótimos programas para baixar
Por Papo Jovem e Música e Mensagem
em 03/02/2012
Todos gravados ba BOA NOVA DE ITAPORANGA.
Curtam. Está no lado direito da página na RÁDIO PENSE NISSO
www.pensenisso.itaporanga.net
Entra e sai
Por carlos alberto ferreira
em 03/02/2012
Há tempos os meios políticos de Brasília davam como certa a demissão de Mário Negromonte (PP) do Ministério das Cidades.
No ano passado, noticiava-se que o ministério promovera o encarecimento, sem base em parecer técnico, de um projeto de transportes públicos em Cuiabá. Veio em seguida o caso de um suposto "mensalinho" de R$ 30 mil, a ser pago a cada um dos deputados da bancada federal do PP, em troca de apoio nas disputas de seu partido.
Aparentemente seguiu a mesma lógica a decisão, revelada pela Folha, de privilegiar a liberação de verbas para emendas de deputados escolhidos a dedo no PP.
O habitual roteiro observado pela presidente Dilma Rousseff, de desgaste e desprestígio de ministros suspeitos, seguiu seu curso -é verdade que com mais lentidão. Demitiram-se, por ordem do Planalto, assessores diretos de Negromonte. Tudo previsto, tudo conhecido, portanto, na notícia da demissão de Negromonte.
Para quem não acompanha o cotidiano dos 37 ministérios e das incontáveis estatais, autarquias e superintendências da máquina federal, o caso suscita outras reações.
O que faz, o que fazia, o que fará um ministro das Cidades? Quem era Mário Negromonte? Quem é seu provável substituto, o também pepista Aguinaldo Ribeiro, líder da bancada do partido na Câmara? Que credenciais detém para cumprir as atribuições oficiais do Ministério das Cidades?
Com Negromonte ou sem Negromonte, a pasta serve na realidade para acomodar os interesses menores do PP, uma das agremiações na multidão que compõe a base de sustentação do governo federal.
A alegada preferência dilmista por critérios técnicos para nomear assessores presidenciais não vale nesse caso. Continua sendo obedecido o insólito sistema de "especialização" que concede a cada partido da base o domínio sobre este ou aquele setor do governo.
Que o PC do B, por exemplo, tenha se especializado em ocupar cargos na área de Esportes certamente não se deve ao sucesso de ginastas de países socialistas -por mais que o partido de Aldo Rebelo e Orlando Silva ainda conserve admiração pelas conquistas atribuídas a esses regimes ditatoriais.
Ao PP, talvez pela presença do ex-governador Paulo Maluf em seus quadros, uma larga fatia das atividades de engenharia urbana se concede. Já coube ao mesmo partido o comando da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) na partilha do governo do tucano Geraldo Alckmin.
Sai Negromonte, entra um substituto. Não admira que, fora dos círculos interessados, a notícia termine recebida com indiferença.







