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1262

ETERNA PROFESSORA, ADEUS!
Por João Dehon Fonseca  em 05/1/2009
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A inesperada e prematura morte de Nazaré Lau, em 03 de janeiro de 09, deixou, aos que tivemos a sorte de ser seus amigos e alunos, o triste vazio de sua partida. Mas Nazaré, sempre tão
generosa em sua vida pessoal e como profissional, também nos deixou seu exemplo de intelectual, de professora rigorosa, seu inesquecível sorriso e a marca de sua amizade.
Em nome dos filhos de Dona Dazinha homenageio Nazaré através das palavras escritas nestas saudosas linhas em que o meu pranto se confunde com o meu raciocínio e volto ao 2º ano primário, ao catecismo e a Cruzada Eucarística onde fui seu aluno.

Normalista da Primeira Turma sim, como diz Ricardo Pereira, ela contribuiu muito com a educação de Itaporanga e muitos formados de nossa terra passaram pelas suas mãos.

Nazaré! Pela sua formação religiosa, lhe vejo acompanhada por anjos e arcanjos, indo em direção aos céus e emocionado lhe peço forças para continuar escrevendo, essas poucas linhas que saem do fundo do meu coração

Por que você foi embora, assim, de repente? Por que não esperou ao menos o lançamento de Memórias de uma estrada? Escrevi esse livro sobre um pouco do meu alcoolismo e sobre a história do A.A. Paraibano e nele sito o nome, o de Ritinha Soares e Anita Conserva que foram minhas primeiras professoras.
Por que não esperou um pouquinho mais, e quem sabe o novo preseito lhe entregaria a educação de Itaporanga?
Você Nazaré, professora, educadora, amiga, boa irmã, ótima filha em combinação com Deus, decidiu empreender esse seu novo caminho e partiu inesperadamente.

Na época da Escola Paroquial Domingo Sávio, mais precisamente no ano de 1958 quando eu tinha apenas 8 anos, você foi minha professora e ali eu disputava com Cristovão e João Araujo o primeiro lugar da classe.
Um dia você disse ao Padre Sinfronio que os filhos de Dona Dazinha eram inteligentes de causar inveja e você depois que eu havia ganhado um Gremio Literário, exatamente disputando com Cristovão, Zuila Nitão e Deusdete de Tião Chico. Aquilo me marcou muito e eu finquei pé e nunca mais dei o primeiro lugar da classe a ninguém.
Desculpem, minha modéstia e até o meu egoísmo, porém eles estão inspirados na dor e na saudade da eterna mestra.

Sem dúvida você será uma das estrelas do céu que costumamos ver em noites de plenilúnio e que Deus coloca no firmamento para alumiar cada vez mais as vidas dos que na terra ficaram.

Adeus Nazaré! Vou ter a ousadia de lhe saudar em nome dos filhos de Dona Dazinha e também dos que foram seus alunos naquele ano de 1958, como: Manoel Brasileiro(Nezito), Arsenio Mangueira, Ana Maria Lopes, Deusdete, Zuila Nitão, Cristovão Alves, Antonio Diniz, Antonio Alvino, Sizenildo Diniz, João Araujo, José Vieira, Domingos Bernardino e muitos outros que me falha a memória.






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A ERRATICIDADE
Por Reynollds Augusto  em 04/1/2009
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ERRATICIDADE
( Reynollds Augusto)


Há uma frase dita por Shakespeare em Hamlet:: “há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe vossa vã filosofia“, que retrata com fidelidade a nossa condição atual. Como somos espíritos atrasados e ainda as grandes verdades não conseguem ecoar fundo na nossa alma, no nosso entendimento, pois ainda somos homens de sistema e os atavismos sociais enraizaram em nós de forma que não conseguimos mudar de opinião, mudar de religião, mudar... ficamos presos ás amarras da insensatez.
Somos ainda cegos que sentimos satisfeitos com o estado de coisas que nos rodeia, É mais cômodo ficar como estamos e defendermos o indefensável. Jesus já asseverou que no mundo ainda existem CEGOS QUE CONDUZEM CEGOS e arrematou: TODOS CAÍRÃO NO FOSSO.

Tenho um amigo de infância, que não vou declinar o seu nome pois não tenho autorização , que por mais que você evidencie que esse negócio de vida após a morte já está devidamente comprovado e não é mais novidade, oor mais que você demonstre com provas cabais e mostre a realidade dos fatos incontroversos, apontando que não há morte em lugar nenhum da vida , ele não acredita. Defende sua tese me declinando conceitos e posições anacrônica e irracionais que faz parte do seu mundo perceptivo e não há nada que o faça mudar de idéia. Por isso descobri uma coisa interessante: Você só acredita, naquilo que quer acreditar e ponto. Quando a fruta não tá madura, não adianta. Mas noto que ele fica balançado com tudo isso e que não acredita, acreditando.

O leitor precisa entender que essa realidade concreta, material, que nós apercebemos, na verdade não é a verdadeira realidade. Além dessa dimensão que sentimos mais sensorialmente, existe a verdadeira vida que é a vida do espírito que somos todos nós. Quando desencarnamos, ou como mais vulgarmente dizem, morremos; o espírito é desatado do corpo material e vai para um plano espiritual que chamamos de ERRATICIDADE. É na erraticidade que o espírito se encontra até que lhe seja possibilitado uma outra oportunidade de renascer em um corpo novinho em folha, para continuar o seu progresso rumo à felicidade,pois Deus nos criou para a felicidade e mandou que JESUS nos desse um recado: “nenhuma só das ovelhas o meu pai se perderá”.

Esse estado passageiro pode durar dias, meses , anos, séculos, depende da necessidade evolutiva de cada ser e da programação divina para sua vida. Quando mais evoluído é o espírito, menos necessidade ela tem de voltar à esfera carnal. Daí a importância de aproveitarmos o máximo nossa estada aqui na Terra, que se esvai a cada dia, para reflexionarmos sobre essas questões e não nos tornarmos cegos do caminho. Se não aprendermos a lição teremos que repetir de ano e ás vezes em uma conjuntura mais difícil.

Antigamente eu tinha um medo da morte que me pelava. Tinha porque não entendia e não entendendo, sofria. Até que a vida me permitiu conhecer a Doutrina Espírita, que pode ser que não tenha resposta para tudo, mas tudo que trata o faz com coerência e lógica. Sem dogmas e sem falsas idéias. São idéias de espíritos experimentados, e que muitos deles já passou pela paisagem terrestre, ensinando-nos a pensar e viver com mais acerto.
Quando não entendemos o fenômeno morte, o medo de instala. A mitologia grega criou a figura de Caronte. O leitor se lembra de Caronte? Era um barqueiro que exigia uma moeda de ouro para levar os mortos na travessia do rio Estige. A moeda de ouro era colocada entre os dentes dos mortos. A lenda esclarecia que aos não pagantes restava vagar para sempre sem rumo e nem destino.
Os egípcios faziam diferente. Embalsamavam seus mortos com seus objetos pessoais, e em muitas ocasiões com animais de estimação até mesmo servos e - coitados dos servos.

Hoje, inventaram umas técnicas sofisticadas em que se aplicam nitrogênio líquido para congelar os corpos na esperança de que no futuro, em se encontrando a cura da doença a vida possa ser devolvida. Coitados! É muita falta de crença na verdadeira vida ...

Tem uns que acreditam que um certo dia quando vir o chamado juízo final, todo mundo vai se levantar das covas e viver plenamente aqui na Terra. Respeito, mas definitivamente não concordo. Já imaginou quanta gente milenar saindo das covas. Deve ser horrível.

Outros enfeitam o defunto para lhe dar aparência de vivo e tem jeito não. Mesmo os rituais mais comuns da morte que envolvem urnas belas e valiosas,flores e maquiagens não conseguem imprimir essa aparência de vida.

Tudo isso demonstra apenas que somos incapazes de enfrentar a realidade inexorável: a morte, ou melhor, o desencarne. E é por isso que depositar nesse mundo material toda a esperança de felicidade e bem-estar é um ledo engano e o homem fica desprovido de base para perseguir os verdadeiros valores , que não perecem.

Se preocupe não, “bichim”. Somos seres imortais. Deus não nos criaria para a destruição. Família, filhos, projetos, sonhos, jamais se perdem pois nessa viagem da vida, umas vezes estamos lá ( na erraticidade) e outras cá, na experiência da carne para aprendermos a ser bons, perfeitos, honestos, etc. Até não precisar retornar para esfera carnal que se transforma hoje e sempre. O nosso planeta, o nosso sol, o nosso sistema, a nossa galáxia, tudo,tudo vai de deteriorar e tem sua vida útil. Alguns poucos bilhões de anos. Mas, o espíritos é imortal e vive inexoravelmente aprendendo, evoluindo em busca da felicidade.

PENSE NISSO ! MAS PENSE AGORA.






1260

PENSE NISSO !!!
Por Fernando de Souza  em 04/1/2009
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Esses vintes anos da Constituição Federal de 1988, comemorados em Outubro passado, trouxeram uma constatação inequívoca a todos os cidadãos brasileiros: não se há de falar em acesso ao Poder Judiciário sem Defensoria Pública.

Claro, para uma reduzidíssima parcela da população brasileira esse acesso se faz via advocacia privada, para aqueles que podem pagar não só os honorários do patrocínio de sua causa, mas também as despesas do processo em geral. Principalmente aqueles réus de ações de improbidade e os que possuem foro por prerrogativa de função junto a Tribunais.

Quaisquer dados estatísticos, mesmo não oficiais, traduz a realidade nacional do jurisdicionado: o verdadeiro escritório de advocacia do povo brasileiro é a Defensoria Pública.

Com a presente crise econômica internacional, que já contaminou alguns setores do País, aumentam cada vez mais as fileiras da Defensoria Pública, em busca da composição de conflitos inerentes a uma vida em sociedade. E, de maneira inversamente proporcional, perdem-se defensores públicos para outras carreiras, injusta e tradicionalmente mais bem remuneradas.

Talvez pela doce e passageira ilusão de que juiz é deus, ou mesmo de que "bandido tem que morrer", para aqueles que acham que podem atirar a primeira e todas as demais pedras.

O que se vê, em verdade, é que apesar de a Magistratura e o Ministério Público terem alcançado sua completa independência administrativa, financeira e orçamentária – o que é merecido e deve ser preservado – , temos uma Defensoria Pública ainda tímida, dependente da vontade política e, ainda, economicamente fraca. Querer fazer acreditar que o crescimento da Defensoria Pública é condicionado ao empobrecimento de juízes, promotores e procuradores - e de suas respectivas dotações orçamentárias - é resposta mendaz ao povo, que tanto agoniza por justiça, na medida em que vedada fazê-la pelas próprias mãos.

Disso tudo, quem sai perdendo é o cidadão brasileiro contribuinte do erário público – e ai daquele se escusável e involuntariamente inadimplir seus tributos – , que tanto almeja por justiça. Ou, pelo menos, pelo direito de ouvir um pronunciamento judicial a respeito de seu caso, com uma defesa técnica feita a contento, decotando abusos e deslizes.

Até o presente, não se sabe sincera e precisamente o que detém o fortalecimento das Defensorias, afinal todo o poder emana do povo, para o povo e pelo povo. É desconhecida a resignação de diversos setores com relação ao insucesso da Defensoria Pública.

Mas, o certo é que todos estão silentes. Como se Defensoria Pública não fosse assunto para Assembléias Legislativas, Poder Executivo, Ministério Público e Poder Judiciário.

Nada é feito. Parece que se espera uma geração espontânea, uma abiogênese, a partir do desespero, da miséria e da desgraça do povo brasileiro sofredor.

Quando se sabe que, em nosso País, tudo vem demoradamente de cima.

A tudo se assiste. É preferível querer acreditar que os noticiários da tv são filmes. Que quando desligarmos a tomada, todos sairão de seus sets de filmagem. Melhor do que a certeza de que aquela vítima era de carne e osso, como nós.

Parece que as coisas assim estão melhores. E vamos vivendo nesse mundo de ilusão, contanto que não sejamos a próxima vítima desses filmes horríveis dos jornais, dos noticiários das 19 horas. Nem ninguém de nossa família, ia me esquecendo.

O que mais é preciso se fazer para que se ouça o grito dos necessitados? Será que juízes não desconfiam que mais da metade das revelias e das preclusões temporais que decretam são porque não existem suficientes número de defensores públicos.

Certamente, sabem disso. Mas, e agora?
Ou a melhor recomendação para os jurisdicionados necessitados é que deixem de ser necessitados?

Dê uma ida ao Forum, às Salas de Audiência, elas são públicas, a entrada é livre, conheça o trabalho desenvolvido pelo Defensor, o qual, mesmo privado de todo e qualquer material de trabalho (sem papel, sem computador, sem lápis...) e estímulo, realiza seu trabalho de forma magnífica.

Você descobrirá, algo precisa ser mudado, algo precisa ser feito pelas Defensorias Públicas. Quanto tempo perdido.

Gosto de associar minha carreira de defensor àquela passagem do Evangelho onde diz Jesus que "Estava na prisão e viestes a Mim. E dirão os justos: Mas, Senhor, quando estivestes na prisão e fomos Te visitar? Em verdade Vos digo: todas vez que visitastes o menor de seus irmãos é a Mim que visitastes".

Por isso, sempre procuro olhar no fundo dos olhos de todos que defendo. Procuro fazer a melhor defesa. Sei que tudo é um teste. E que das milhares de pessoas que atendo, miseráveis, aleijadas ou desenganadas, um deles é o Carpinteiro da Galiléia.

Pense nisso!






1259

ALCOOLISMO, A DOENÇA QUE MAIS MATA NO MUNDO
Por João Dehon Fonseca  em 02/1/2009
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A Organização Mundial de Saúde, orgão da ONU, abriu o anos de 2009 com uma notícia um tanto quanto curiosa e impressionante:\"Alcoolismo a Doença que mais mata no mundo\".
Pois é, antes ela perdia para os Canceres e para as cardiopatias, agora foi detectado que 20% dos canceres são de origem alcoolicos e 40% das cardiopatias têm a mesma origem, juntando-se a isso as doenças hepáticas, as ulceras, as doenças renais, os desastres automobilisticos, os homicídios e etc.etc.etc.
E voce que bebe, sabia que 10% da população do mundo é portador dessa doença que muitos escondem e que se chama ALCOOLISMO.
Ser Alcoolico não é vergonha para ninguém, é uma doença semelhante a diabetis, um não pode ingerir alcool o outro não pode consumir açucar.
Com isso não se quer dizer que as pessoas não podem beber. Não! não se trata disto, aqui o que afirmamos é que existem as pessoas que não são alcoolicas e as que são alcoolicas.
Voce mesmo pode fazer o teste se é ou não um alcoolico, vejamos:
A.A. é para você?
1. Já tentou parar de beber por uma semana (ou mais), sem conseguir atingir seu objetivo?
Muitos de nós \"largamos a bebida\" muitas vezes antes de procurar A.A. Fizemos sérias promessas aos nossos familiares e empregadores. Fizemos juramentos solenes. Nada funcionou até que ingressamos em A.A. Agora não lutamos mais. Não prometemos nada a ninguém, nem a nós mesmos. Simplesmente esforçamo-nos para não tomar o primeiro gole hoje. Mantemo-nos sóbrios um dia de cada vez.
2. Ressente-se com os conselhos dos outros que tentam fazê-lo parar de beber?
Muitas pessoas tentam ajudar bebedores-problema. Porém, a maioria dos alcoólicos ressente-se com os \"bons conselhos\" que lhes dão. (A.A. não impõe esse tipo de conselho a ninguém. Mas, se solicitados, contaríamos nossa experiência e daríamos algumas sugestões práticas sobre como viver sem o álcool.)
3. Já tentou controlar sua tendência de beber demais, trocando uma bebida alcoólica por outra?
Sempre procurávamos uma fórmula \"salvadora\" de beber. Passamos das bebidas destiladas para o vinho e a cerveja. Ou confiamos na água para \"diluir\" a bebida. Ou, então, tomamos nossos goles sem misturá-los. Tentamos ainda beber somente em determinadas horas. Porém, seja qual for a fórmula adotada, invariavelmente acabamos embriagados.
4. Tomou algum trago pela manhã nos últimos doze meses?
A maioria de nós está convencida (por experiência própria) de que a resposta a esta pergunta fornece uma chave quase infalível sobre se uma pessoa está ou não a caminho do alcoolismo, ou já se encontra no limite da \"normalidade\" no beber.
5. Inveja as pessoas que podem beber sem criar problemas?
É óbvio que milhões de pessoas podem beber (às vezes muito) em seus contatos sociais sem causar danos sérios a si mesmos, ou a outros. Você parou alguma vez para perguntar-se por que, no seu caso, o álcool é, tão freqüentemente, um convite ao desastre?
6. Seu problema de bebida vem se tornando cada vez mais sério nos últimos doze meses?
Todos os fatos médicos conhecidos indicam que o alcoolismo é uma doença progressiva. Uma vez que a pessoa perde o controle da bebida, o problema torna-se pior, nunca desaparece. O alcoólico só tem, no fim, duas alternativas: (1) beber até morrer ou ser internado num manicômio, ou (2) afastar-se do álcool em todas as suas formas. A escolha é simples.

7. A bebida já criou problemas no seu lar?
Muitos de nós dizíamos que bebíamos por causa das situações desagradáveis no lar. Raramente nos ocorria que problemas deste tipo são agravados, em vez de resolvidos, pelo nosso descontrole no beber.
8. Nas reuniões sociais onde as bebidas são limitadas, você tenta conseguir doses extras?
Quando tínhamos de participar de reuniões deste tipo, ou nos \"fortificávamos\" antes de chegar, ou conseguíamos geralmente ir além da parte que nos cabia. E, freqüentemente, continuávamos a beber depois.
9. Apesar de prova em contrário, você continua afirmando que bebe quando quer e pára quando quer?
Iludir a si mesmo parece ser próprio do bebedor problema. A maioria de nós que hoje nos encontramos em A.A., tentou parar de beber repetidas vezes sem ajuda de fora. Mas não conseguimos.
10. Faltou ao serviço, durante os últimos doze meses, por causa da bebida?
Quando bebíamos e perdíamos dias de trabalho na fábrica ou no escritório, freqüentemente procurávamos justificar nossa \"doença\". Apelamos para vários males para desculpar nossas ausências. Na verdade, enganávamos somente a nós mesmos.

11. Já experimentou alguma vez ‘apagamento’ durante uma bebedeira?
Os chamados \"apagamentos\" (em que continuamos funcionando sem contudo poder lembrar mais tarde do que aconteceu) parecem ser um denominador comum nos casos de muitos de nós que hoje admitimos ser alcoólicos. Agora sabemos muito bem quais os problemas que tivemos nesse estado \"apagado\" e irresponsável.
12. Já pensou alguma vez que poderia aproveitar muito mais a vida, se não bebesse?
A.A., em si, não pode resolver todos os seus problemas. No que se refere, porém, ao alcoolismo, podemos mostrar-lhe como viver sem os \"apagamentos\", as ressacas, o remorso ou o desconsolo que acompanham as bebedeiras desenfreadas. Uma vez alcoólico, sempre alcoólico. Portanto, nós em A.A. evitamos o \"primeiro gole\". Quando se faz isto, a vida se torna mais simples, mais promissora e muitíssimo mais feliz.

Qual foi a contagem?
Respondeu SIM quatro vezes ou mais?
Em caso positivo, é provável que você tenha um problema sério de bebida, ou poderá tê-lo no futuro. Por que dizemos isto? Somente porque a experiência de milhares de alcoólicos recuperados nos ensinou algumas verdades básicas a respeito dos sintomas do alcoolismo - e de nós mesmos. Você é a única pessoa que poderá dizer, com certeza, se deve ou não procurar o A.A. Se a resposta for SIM, teremos satisfação em mostrar-lhe como conseguimos parar de beber. Se ainda não puder admitir que você tem um problema de bebida, não faz mal. Apenas sugerimos que você encare sempre a questão com mentalidade aberta. Se algum dia precisar de ajuda, teremos satisfação em recebê-lo em nossa Irmandade.






1258

FELIZ ANO NOVO!
Por ADEMAR BRASILEIRO SEGUNDO  em 31/12/2008
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Um feliz ano novo a todos...Que a aurora dos teus pensamentos se purifiquem a cada dia para que teus dias sejam cada vez mais cheios de paz e felicidade, sabendo das dificuldades das provas, mas sabendo tambem que o que nos espera será proporcional as batalhas vencidas e só existe um inimigo a conhecer para poder vencer....Nós mesmo.Ora, reflete e medita o quanto possas só assim nos libertaremos mais rapido do nossos sofrimentos.Um grande abraço no coraçao de todos e desejo um feliz ano novo cheios de conquistas espirituais a todos.Que deus os acompanhe. Ademar Segundo






1257

P/JUCIELIA MAMEDE
Por Fernando de Souza  em 31/12/2008
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Essa menina tem asas
E poemas inscritos
Por todo o corpo.

Essa mulher, que voa
Povoa meus sonhos
De longos mergulhos

Da vida que se escreve
Com notas muitas vezes
Tristes

Mas que se reescreve e se refaz
Nas verdes janelas
Que reinventamos a cada dia

Se essa menina soubesse
Do que é capaz
Nenhuma trava atrapalharia seu sorriso

Se essa mulher apenas soubesse
Que o mundo inteiro
Só espera o seu comando

Pra mergulhar em mares profundos
E lavar a alma de todos os sofrimentos
Vãos...

Ah! Essa mulher... essa menina...
Esse poema vivo
Escrito e reescrito tantas vezes em pleno vôo, em plena imersão

Quero-te assim
Viva, forte e bela
Mulher, irmã e amante

Símbolo da eterna renovação do fogo
Que a cada dia ressurge
A leste de mim mesmo.






1256

P/JUCIELIA!
Por Fernando de Souza  em 31/12/2008
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Sozinho, meu pensamento focaliza alguem...
deixo-o livre...e de repente meu coração aperta...
Mas não estou triste, pelo contrario...
Até deixo escapar um sorriso...
Comer não me parece tão importante agora...
Me sinto alimentado por outra coisa...
Acordo sempre com os mesmos pensamentos...
E os mesmos me impulsionam a ter um grande dia...
Quando eu te vejo sinto coisas estranhas... mas boas...
Quando falo com você minha cabeça pensa direito...
Mas minhas palavras saem embaralhadas...
Por que minhas mãos estão suando?...
Sozinho meu pensamento focaliza alguém...
Esse alguém é VOCÊ...






1255

Jucielia:um sonho!
Por Fernando de Souza  em 31/12/2008
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Estou dormindo quase em silêncio
No espaço dessa sala,
Sozinho em meio ao gelo dessa solidão...

Sonho, e em meu sonho
Estou chamando seu nome
Você é o meu amor...MEU AMOR!

Busco seus olhos
A procura de minha memória
Perdida em vão
Num cenário tão distante.
Abrace-me firme,
E jure novamente, e uma vez mais
Que jamais haveremos de nos separar.

Se você puder suavemente me tocar
Eu criarei asas para voar.
Navegaremos na escuridão da noite
Mar adentro
Para lá me encontrar
Para lá lhe encontrar
Ame-me neste exato momento
Se for capaz...

Beije-me docemente
Estou dormindo tristemente
Completamente sozinho
Para ver-lhe amanhã.

Em meu sonho
Estou chamando seu nome
Meu amor...MEU AMOR!






1254

Jucielia!
Por Fernando de Souza  em 31/12/2008
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Jucielia, de corpo feminina,
Perfil e alma de mulher-menina
Sapeca, doce, inocente,
Brotou seu sorriso lindamente,
No meu espaço-solidão.

Jucielia, menina-mulher-ardente,
Sensibilidade e sensação.
Plantou em mim a semente,
Da mais sublime paixão.

E enquanto força eu tiver
Direi pra você, meu amor,
Que eu irei por onde voce for,
Pois você é toda minha emoção,
Menina-dona do meu coração.






1253

Piancó, Pequeno Grande Rio, será lançado em Coremas no próximo sábado
Por PEDRO SEVERINO DE SOUSA  em 31/12/2008
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ACESSE WSCOM

http://www.wscom.com.br/noticia/noticia.jsp?idNoticia=123711

Piancó, Pequeno Grande Rio, será lançado em Coremas no próximo sábado

CORDIALMENTE,
PEDRO SEVERINO
www.pedroseverino.xpg.com.br






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Por jesus

Malandragem - a Raposa, o Asno e o Leão

23 Nov 2008
Assistindo, lendo e ouvindo as recentes notícias sobre a cassação ou da ratificação do que já fora brilhantemente feito pelo egrégio Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, sob a batuta do nosso conterrâneo do Vale do Piancó, Desembargador Nilo Luis Ramalho, vem-me à lembrança as notáveis fábulas de Esopo. Entretanto, devo dizer que o grande Leonardo da Vinci, também, escreveu suas fábulas. Lembrei-me, então, de uma delas ao ouvir a peroração do Cassado sobre o resultado do processo. A fábula, em questão, é a respeito de um garoto que gostava de falar em demasia. Sua língua não tinha descanso o que de certa forma irritava, terrivelmente, os seus dentes: - será que ela não pára nunca?
Por Reynollds

Medo de Escuro

11 Oct 2008
Todo ser humano tem seus medos, seus receios, suas dúvidas e isso é próprio de cada um que anda pela estrada, mas não conhece o caminho. Quando criança tinha um medo inconsciente do escuro. É dolorido para o pequeno não ver a beleza da vida, perder a impressão do momento. Creio que todos nós já passamos por isso. A escuridão afeta o ser humano.
Por lourival

História de Itaporanga: A REPÚBLICA DA ESTRELA

18 Jul 2008
Uma das características inerentes à construção do estereótipo cultural do sertanejo, vincula-se ao homem de certa forma rude que serve de moldura para o quadro da personalidade forte e espírito honroso que seriam inerentes ao nordestino. A esta construção estereotipada vinculam-se adjetivações como forte, resistente, intrépido, corajoso, orgulhoso e valente, consubstanciando no linguajar dos trópicos sertanejos na formação do dito “cabra macho”.
Por ferreira

Por quê?

17 Oct 2008
Por que muitos não gostam dos porquês? Porque a atenção dada a eles é pouca? Então, por que a atenção dada a eles é pouca? Porque não nos interessam? Por que não nos interessamos? Saberemos por quê. Porque a essência de um bom uso requer orientação.


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